Devemos monitorar o cloro residual e o pH da água para garantir a potabilidade e prevenir riscos à saúde pública, conforme padrões estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021 do Ministério da Saúde, que serve de referência para vigilância sanitária.
Cloro Residual
O cloro residual livre deve estar entre 0,2 e 5,0 mg/L (ppm) para manter a proteção contínua contra bactérias como E. coli, vírus e protozoários ao longo da rede de distribuição, evitando recontaminações. Níveis abaixo de 0,2 mg/L indicam falhas no tratamento ou consumo excessivo, aumentando os riscos de doenças diarreicas, enquanto excessos acima de 5 mg/L podem causar irritações ou subprodutos tóxicos.
pH da Água
O pH deve variar de 6,0 a 9,5, idealmente entre 6,5 e 7,5, para melhorar a eficácia do cloro, pois valores altos inibem a sua ação desinfetante e valores baixos promovem corrosão em tubulações. Essa medição assegura estabilidade química da água, prevenindo corrosão e formação de biofilmes.








